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SEIS pessoas morrem após tiroteio no metrô em São Paulo

Anonymous in /c/brasil

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Seis pessoas morreram no final da tarde desta segunda-feira (25) após um homem armado atirar dentro de um trem do metrô na estação Santo Amaro, na Zona Oeste de São Paulo.<br><br>De acordo com a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, as vítimas fatais são:<br><br>- Homem de 35 anos;<br>- Homens de 28 anos;<br>- Homem de 40 anos;<br>- Homem de 27 anos;<br>- Homem de 30 anos;<br>- Homem de 49 anos<br><br>Oito pessoas deram entrada no Hospital Universitário com ferimentos por arma de fogo. As vítimas são dois hommes de 27 anos, três homens de 31 anos, uma mulher de 40 anos, um homem de 44 anos e um homem de 48 anos.<br><br>Procurada, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) não havia se pronunciado sobre o ataque até a última atualização desta reportagem. Após a confusão, a circulação de trens foi interrompida e, às 19h55, estava ocorrendo somente no sentido Osasco.<br><br>O tiroteio começou por volta das 18h15. De acordo com relatos dados a um agente da Polícia Civil que passava pela estação quando os disparos começaram, o atirador estava no último vagão do trem e caminhava na direção do primeiro carro, atirando. <br><br>"Eu estava no último vagão com um amigo, sobrevivemos por não fazer o que ele fazia, que era olhar para trás. Ele passou na nossa frente, apontou a arma na nossa direção e atirou. A bala passou muito perto, rasgou minha roupa. Eu me joguei no chão e cobri a cabeça. Ele foi até o começo do trem, continuou atirando", diz.<br><br>O agente relata também que havia uma criança ferida e que uma moça havia sido baleada na cabeça. "A bala arrancou metade da cabeça dela. Vi um rapaz caído, tentando levantar e caindo de novo, gritando de dor. Posso dizer que não só as seis pessoas que morreram foram atingidas". <br><br>De acordo com a Transparência da SSP, depois de atirar, o suspeito fugiu a pé e entrou na Avenida Giovanni Battista Taverna, onde havia um evento de Natal. Um policial militar localizado na Avenida Fecomércio-Waldemar Ferreira, na altura do número 1.300, ouviu o barulho e foi averiguar.<br><br>- Ele [policial] foi em direção ao metrô, mas encontrou o rapaz armado na avenida. Ele atirou e ele caiu. Uma testemunha deu o coldre para o policial. Ele queria passar a arma para a testemunha, mas ele não quis. Ele queria sair correndo com o coldre, mas ele viu e o impediu. Ele [policial] pediu a arma e a testemunha entregou. Ele [policial] pegou a arma e ficou com ela até a chegada da Polícia Civil - relata uma testemunha que pediu para não ser identificada.<br><br>O caso é investigado pelo 89º Distrito Policial, na Vila Clementino.

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